Além de estar no cursinho, não ter passado no vestibular e ter que aderir ao novo ENEM sem mais demandas, o STF (Supremo Tribunal Federal) resolveu investir em mais uma ruga na minha testa... a nova lei.
Há alguns dias, foi decidido que para ser um profissional do jornalismo não será mais necessária a obrigatoriedade de um diploma. Ou seja, nós passamos 4 ou 5 anos estudando, lendo e nos atualizando, pagando (ou não) uma boa faculdade para nos tornarmos futuros âncoras do Jornal Nacional (irônicamente falando.. ou não), e de um dia para o outro resolvem voltar às regras da época da ditadura militar no Brasil, tornando dispensável o diploma de Jornalista.
Fazer um curso técnico ou se graduar em cursos 'pseudo-jornalísticos' como Rádio e Tv por exemplo (sem preconceitos),terá para o STF, o mesmo peso do que a graduação em uma faculdade de Comunicação Social.
Isso torna as decisões mais simples? Não sei responder. Simples para quem? Para aqueles que estudam e depois de formados são rebaixados à pessoas de menor bagagem educacional? Para os poderosos chefões, que lêem seu currículo e evidentemente vão continuar optando pelos profissionais graduados? Ou para os 'pseudo-formados' que receberão o mesmo salário e terão as mesmas vantagens que os demais jornalistas?
Por um lado isso foi bom... para quem não se formou em Jornalismo.
Assim como em 1979 (não tenho certeza) essa lei caiu, e a probabilidade dos políticos brasileiros cairem na real denovo é grande, mas depender desses caras não é lá muito esperançoso.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
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